The Archaeology of beforehand peopling of estados unidos da america or Ancient background of America: how old can be a ‘New World’?


Autor ao correspondência: luke Reis Bueno. Campus Reitor João david Ferreira Lima, s./n. – Trindade. Florianópolis, SC, Brasil. CEP88040-900 (lucasreisbueno
BUENO, Lucas. Arqueologia do povoamento inicial da América alternativamente História antiga da América: quão coisa velha pode está dentro um ‘Novo Mundo’? Boletim dá Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciência Humanas, Belém, v. 14, n. 2, p. 477-495, maio-ago. 2019. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/1981.81222019000200011. Http://orcid.org/0000-0003-0877-8581Sobre o autor
Resumo

Neste texto, discutimos o tema dá povoamento estágio inicial da estados unidos da america como uma história – acrescido do o que sítios, datas e artefatos, eles são analisados os discursos construir a partir esses ‘dados’. Isso é proposta baseia-se em uma perspectiva da arqueologia que enfatiza der dinâmica social envolvida na ereção do passado. Um a partir de pontos discussão envolve naquela desconstrução da dicotomia adentraram ‘história x pré-história’ naquela Américas. Essa discussão baseia-se em propostas relacionadas à ideas de ‘tempo profundo’ e ‘história profunda’, como já vem sendo discutido por historiadores, arqueologia e antropólogos em outros países. Além de uma argumento conceitual acima de a ereção dessas narrativas, propomos uma reflexão tambémsobre lado metodológicos ligaÇão à inspeção de contextos relacionados ~ por momentos estágio inicial de proibir de compatriota nas Américas. Pela fim, sugerimos algum pontos ao reflexão no decorrer sentido de construirmos uma biografia Antigadas américas que incorpore diferentes formas de olhar fixamente e temporalidades, cuja construção envolveria posições adicionando simétricas entrou os de várias grupos o que compõem aqueles história.

Você está assistindo: Como viviam os homens na pré história

Palavras-chaveArqueologia; Povoamento; Narrativa; América; biografia indígena


Abstract

This text discusses the topic of the early peopling of the Americas as der narrative i beg your pardon extends past sites, dates, e artifacts come analyze the discourses constructed from these ‘data.’ This proposal is based on an historical perspective the emphasizes the sociedade dynamics affiliated in constructing a past. Uma of a points debated involves deconstructingthe dichotomy in between history e prehistory in ns Americas; this discussion is based upon proposals regarded the ideia of deep time and deep history which have already been disputed by historians, archaeologists, e anthropologists in othercountries. In addition to der conceptual discussion about ns construction of these narratives, we additionally suggest reflection on methodological elements of research on contexts connected to ns times when civilization initially entered the Americas. Finally,we imply some points ao consideration with regard to constructing an ancient history of a Americas the incorporates different forms of narrative and temporalities which would involve more symmetrical positions para the different groups making up this background in its construction.

KeywordsArchaeology; Peopling; Narrative; ns Americas; aboriginal history


A proposta deste texto é abordar a discutir sobre povoamento da estados unidos da america a partir de uma perspectiva um pouco distinta ns demais contribuições que compõem este volume. Ao invés de discutirmos os dados arqueológicos gerados pelas pesquisas recentes, propomo-nos naquela pensar naquela questão do povoamento inicial da américa como uma história – acrescido do o que sítios, datas e artefatos, ser analisados os discursos construídos a partir destas ‘dados’.

Com esta perspectiva orientando nossa análise, as primeiro interrogações seriam: vir falar cerca de povoamento iniciais da estados unidos da america estamos construindo uma história sobre emprego que, acima de quem, para cuja e construída por quem? ou seja, como se produz e que são os sujeitos envolvidos na ereção e na compreensão desse passado?

Para começa a discussão, desejam de citar um trecho dá texto de Ailton Krenak, licenciado “Antes ministérios mundo algum existia”:


aqui nesta região do mundo, que der memória mais recente instituto que se incêndio América, aqui nesta parte adicionando restrita, que nós chamamos de Brasil, muito adiantado ser ‘América’ e muito adiantado ter um selos de fronteira que individual os nação vizinhos e distantes, nossas famílias grandes já ao vivo aqui. Esses nossas familys grandes, o que já ao vivo aqui, são aqueles gente o que hoje denominações reconhecida como tribos.

(Krenak, 1992KRENAK, Ailton. Ante o mundo não existia. In: NOVAES, Adauto (org.). Tempo e História. Elas Paulo: companhia das Letras, 1992. P. 201-204., p. 201).

Krenak (1992, p. 201)KRENAK, Ailton. Ante o mundo algum existia. In: NOVAES, Adauto (org.). Tempo e História. Elas Paulo: companhia das Letras, 1992. P. 201-204. Exprime aqui a cobrar de reorientação do ponto central da analisadas arqueológica: a arqueologia convencionalmente ligar de pré-histórica alternativamente pré-colonial enquanto Brasil, que lida, entrou outros temas, alcançar o do povoamento iniciais da América, ele deve ter ser vista essencialmente como biografia indígena, gostar uma biografia sobre essas “<...> familys grandes eu imploro seu perdão já ao vivo aqui” (Oliveira, 2012OLIVEIRA, horge Eremites de. A elétrico indígena no brasil e em Mato Grosso são de Sul. Lugar, colocar Ameríndio, porto Alegre, v. 6, n. 2, p. 178-218, jul./dez. 2012. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-6524.31745.https://doi.org/10.22456/1982-6524.31745... ; Franchetto; Heckenberger, 2001FRANCHETTO, Bruna; HECKENBERGER, Michael (org.). Os todos do alto Xingu: história e cultura. Fluxo de Janeiro: UFRJ, 2001.; Fausto; Heckenberger, 2007FAUSTO, Carlos; HECKENBERGER, Michael. Indigenous History and the history of the Indians. In: FAUSTO, Carlos; HECKENBERGER, Michael (ed.). Time e memory in aboriginal Amazonia: anthropological perspectives. Gainesville: universidade Press that Florida, 2007. P. 1-43.; Fausto, 2000FAUSTO, Carlos. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: horge Zahar Editor, 2000.; Machado, 2017MACHADO, Juliana Salles. Arqueologias indígenas, os Laklãnõ Xokleng e os objetos dá pensar. Revista de Arqueologia, Pelotas, v. 30, n. 1, p. 89-119, jul. 2017. DOI: https://doi.org/10.24885/sab.v30i1.504.https://doi.org/10.24885/sab.v30i1.504... ; Neves, E., 1997, 2015; Silva; Noelli, 2016SILVA, Fabíola Andréa; NOELLI, francis Silva. História indígena e arqueologia: uma reflexão naquela partir a partir de estudos sobre os Jê Meridionais. Revista do Museu de arqueologia e Etnologia, elas Paulo, n. 27, p. 5-20, dez. 2016. DOI:https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2016.137271.https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.... ; Silva, 2014SILVA, Fabíola Andréa. El pasado en el proposta de ela Asurini do Xingu: narrativas arqueológicas y descrição indígenas. In: RIVOLTA, María Clara; MONTENEGRO, Mónica; FERREIRA, Lucio Menezes; NASTRI, haver (ed.). Multivocalidad y activaciones patrimoniales en Arqueología: perspectivas a partir de Sudamérica. Ciudad voluntário de Buenos Aires: Fundación de Historia Natural felix de Azara, 2014. P. 35-59.).

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O eu imploro seu perdão fazemos vir produzir conhecimento arqueológico sobre isto longo período da história é constroem narrativas sobre contos dos pessoas originários a partir de Américas. A aceitação desta perspectiva traz porque o o centro do debate a possibilidade de construir de falar alternativos, fundamentados em 1 revisão crítica do prazo ‘pré-história’, e viabiliza der desconstrução de um rompimento construído e reforçado ~ por longo a partir de processo de colonização ns Américas, integrado e majoritariamente naturalizado pelo fala científico, a partir do final dá século x beijo (Rosa, 2015ROSA, francis Mary Soares Correia da. Der invenção a partir de índio. Espacial Ameríndio, porto Alegre, v. 9, n. 3, p. 257-277, jul./dez. 2015.; Quijano, 2005QUIJANO, Aníbal. Colonialidad del poder, eurocentrismo y america Latina. In: LANDER, Edgardo (org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciência sociais: perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005. P. 227-278., 2009; Schwarcz, 1993SCHWARCZ, Lilia Moritz. Ministérios espetáculo ns raças: cientistas, agência e perguntas racial no brasil 1870-1930. Eles são Paulo: a empresa das Letras, 1993.). Faça entre um mundo antes de e pós-invasão europeia, um mundo eu imploro seu perdão separa as grupo ameríndias de sua elétrico e que, ~ por fazê-lo, criar um discurso que, para além disso do distanciamento temporal, provoca também um movimento de expropriação da terra (Albert, 2005ALBERT, Bruce. Territoriality, ethnopolitics, e development: a indian motion in a Brazilian Amazon. In: SURRALÉS, Alexandre; HIERRO, peter García (ed.). Ns land within: indigenous territory and the perception of environment. Copenhagen: IWGIA, 2005. P. 200-229.; Oliveira, 2015OLIVEIRA, jorge Eremites de. Arqueologia de contrato, colonialismo interno e pessoas indígenas durante Brasil. Amazônica: periódico de Antropologia, Belém, v. 7, n. 2, p. 354-374, set. 2015. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/amazonica.v7i2.3451.https://doi.org/10.18542/amazonica.v7i2.... ; Hierro, 2005HIERRO, pedro García. Indigenous territories: knocking at ns Gates of Law. In: SURRALÉS, Alexandre; HIERRO, pedro García (ed.). The Land within: native territory e the perception of environment. Copenhagen: IWGIA, 2005. P. 252-280.; Silva, 2011SILVA, Fabíola Andréa. Emprego patrimônio arqueológico em país indígenas: papel considerações sobre o tema no Brasil. In: FERREIRA, Lúcio Menezes; FERREIRA, maria Letícia Mazzucchi; ROTMAN, Mónica B. (org.). Patrimônio cultural no brasil e na Argentina: estude de caso. Elas Paulo: Annablume, 2011. P. 193-219.). Esse discurso criada para esses sociedades um que lugar: perdidas em um tempo imemorial, eles ocuparam (e mas ocupam) localização que fique relegados der um tempo não adicionar existente, desaparecidos a partir de mapa, sem história, não tem gente, pois, para isto é narrativa, quando os europeus aqui chegaram, encontraram ‘terra virgem’ – ns terra sem história.

Minha proposta aqui é integrar a aquela debate naquela pesquisa acima de povoamento da América, muitas vezes transportada para um presumir passado imemorial e neutro, quase fictício, o que se destinada sem relação com o mundo contemporâneo, onde esse passado denominada construído. Incluído perspectiva, der discussão sobre povoamento estágio inicial da américa deve está dentro entendida gostar de uma história sobre origem são de povos ameríndas e, portanto, gostar de marco fundador de uma história indígena. Mas refletir sobre a antiguidade deste processo algum seria uma questão demasiado resultante de ns narrativa? Sabemos o que as interrogações para quando naquela processo ele tinha início inventar um são de temas acrescido polêmicos no debate sobre ministérios povoamento americano. Havido inúmeros textos entre eles e der maioria de você apresenta ou refuta dados sobre sítios, datas, o conjunto artefatuais e modelos de povoamento em escala continental, amparados em muitos tipos de evidência. Aqui, durante entanto, propomos tratar 1 tema ns outra pergunta: ele pode um ‘Novo Mundo’ está dentro antigo?

Ao adotar essa perspectiva, compartilhamos as crítica que vêm sendo apresentadas nas últimas décadas a apreciação da utilização do conceito de ‘pré-história’, argumentando por uma perspectiva sediada na ideas de Deep background (‘história profunda’), tal como discutida pela Shryock e Smail (2011)SHRYOCK, Andrew; SMAIL, daniel Lord. Introduction. In: SHRYOCK, Andrew; SMAIL, daniel Lord. Deep history: a architecture the past and present. Berkeley: university of California Press, 2011. P. 3-20., Smail e Shryock (2013)SMAIL, daniel Lord; SHRYOCK, Andrew. History and the ‘pre’. The american Historical Review, Bloomington, v. 118, n. 3, p. 709-757, June 2013. DOI: https://doi.org/10.1093/ahr/118.3.709.https://doi.org/10.1093/ahr/118.3.709... , McGrath (2015)MCGRATH, Ann; JEBB, Mary ah sim (ed.). Long history, deep time: deepening backgrounds of place. Australia: ANU, 2015. E Griffthis (2000)GRIFFTHIS, Tom. Travel in Deep Time: la longue durée in Australian history. Australian liberal arts Review, Australia, n. 18, p. 1-6, June 2000.. Segundas Smail e Shryock (2013, p. 713)SMAIL, daniel Lord; SHRYOCK, Andrew. History e the ‘pre’. The americano Historical Review, Bloomington, v. 118, n. 3, p. 709-757, June 2013. DOI: https://doi.org/10.1093/ahr/118.3.709.https://doi.org/10.1093/ahr/118.3.709... :