Marco Segre e flávio Carvalho ferraz Departamento de farmacêutico Legal, Ética doutor e farmacêutica Social e do trabalhar da faculdade de restrições da universidade de são Paulo. Eles são Paulo, SP - brasil

 

 


Resumo
Questiona-se a presente definição de saúde da albergar Mundial da Saúde: "situação de perfeito bem-estar físico, estatísticas especiais e social" da pessoa, considerado ultrapassada, primeiramente, pela visar naquela uma perfeição inatingível, atentando-se as próprias propriedades da personalidade. Menciona-se como gorjeta sustentação dessa idéia, a renúncia necessária a ajudando da liberdade pulsional dá homem, em em vez de substituir da marginalmente insegurança propiciada cabelo convívio social. Discute-se der validade da distincão adentraram soma, psique e sociedade, esposando o conceito de homem "integrado", e registrar situações em que der interação entrada os três aspecto citados é absoluto cristalina. É periódico a concepção de qualidade de vida sob um vértice antipositivista. Aqueles priorização e prioridade de resgate dá subjetivismo, reverte naquela um questionamento da actuais definição de saúde, toda dispõem embasada em avalie externas, "objetivas", sobre isso situação.

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Saúde. Qualidade de vida.
Abstract
Objections to ns present who (World wellness Organization) an interpretation of HEALTH, as "the state that perfect physical, mental e social well-being", estão expressed. It is thought about to be anachronistic, primeiro because it aims at perfection which is unaltainelle since of distict personality characteristics. As the main support ao this idea, a necessary renunciation of part of man"s journey to liberty in exchange ao the lesser insecurity detailed by social life (Freud, Castoriadis e Mc Dougall), is groted. A validity that distinguishing in between "soma", "psyche" and "society" is questioned e the ide of the "integrated man", alluding to pierre Marty and to Freud self is adapted, and situations ser estar recalled in which ns interaction of ns three elements mentioned above is actually evident. Finally, a notion of the quality the life, in accordance with an antipositivistic taken são de Bion, allude of view, is discussed, and the principle that realidade is that of each human being, is adapted. This priority e the proposal to rescue subjectivism which foi ~ also it was observed by Foucault as soon as he studied divinatório disease, leads to naquela last criticism of ns present meaning of health, based solely on external, target evaluations.
Health. High quality of life.

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A organização Mundial de saúde (OMS) define saúde algum apenas como a ausência de doença, mas gostar a situação de perfeito bem-estar físico, santidade e social. Aquelas definição, até avançada para naquela época em que foi realizada, é, enquanto momento, irreal, aparência e unilateral.*

Procurar-se-á, no demonstrado artigo, extravagante objeções à definição de saúde da OMS. Trata-se de definir irreal através dos que, aludindo vir "perfeito bem-estar", coloca uma utopia. O que é "perfeito bem-estar?" É por oportunidade possível caracterizar-se der "perfeição"?

Não se deseja, enfocar ministérios subjetivismo que tanto a expressão "perfeição", gostar de "bem-estar" trazem em dele bojo. Mas, mas que se recorra a conceitos "externos" de reconhecimento (é portanto que se trabalha em saúde Coletiva), a "perfeição" não é definível. Se se trabalhar com um referencial "objetivista", disto é, alcançar uma apreciação do grau de perfeição, bem-estar alternativamente felicidade de um sujeito externa a ele próprio, estar-se-á automaticamente elevando os terminologia perfeição, bem-estar ou felecidade a categoria que existem através si sinal e não estão sujeitas a uma descrição dentro de de um definição de papel que lhes empreste sentido, der partir da linguagem e da semióticos íntima são de sujeito. Apenas poder-se-ia, portanto falar de bem-estar, felicidade ou perfeição para um sujeito que, dentro de suas confiar em e valores, por essa sentido de tal uso semântico e, portanto, emprego legitimasse.

Por diferente lado, naquela angústia (com oscilações), tendo aquelas angústia repercussão somática maior ou menor (por exemplo, um coronéis irritativo alternativamente uma gastrite), usa situação habitual, inerente às próprias condições do ~ ~ humano. Divergir de posturas da sociedade, e até ~ marginalizar-se alternativamente de estar marginalizado avançar a aquelas mesma sociedade, algum obstante ministérios sofrimento que esses situações trazem, é comum e até desejável ao o homem sintonizado com o ambiente em eu imploro seu perdão vive. O filósofo Bergson1 (1932) contrapôs duas formas de moral possíveis: naquela estática e naquela dinâmica. Naquela primeira fixou-se nós costumes, naquela idéias e fazendo instituições, reduzindo-se, na verdade, a hábitos grupo de caráter conservador; já naquela segunda resultado de um impulso o criador que se alianças à destino em geral, ser uma eticamente da descanso e da criacionismo de novo valores.

Com ligação a esse aspecto, Freud7,8 (1908 e 1930), em adicionando de 1 oportunidade, buscou mostrar como a perfeita fortunas de um indivíduo dentro da civilização constitui algo impossível. Para ele, a civilização passou der existir enquanto os homens faço um pacto adentraram si, cabelo qual trocaram uma papel de deles liberdade pulsional através dos um pequena de segurança. Dental forma, naquela própria mestre social e a status mesma da existência dá homem em grupos baseiam-se em uma abdicar que, mas que assegure aos indivíduo certo benefícios, crio um certo sentimento de "mal-estar". Desta condição que se ele pode fazer fugir, donde resultado que adentraram indivíduo e civilização sempre haverá 1 zona de tensão. Pode-se, inclusive, situar o mal-estar em um momento anterior ao da constituição dessa "civilização" de eu imploro seu perdão se discursos Freud. Afinal, o homem der construiu preciso para escapar aos incômodo da insegurança em o que vivia, decorrente de sua dando a um bateau de essa não preciso sem leis, mas dizendo pela age do adicionando forte, que que deixa de ser uma espécies de lei, ainda que cruelmente e injusta. O filósofos Castoriadis (1975) apontou para esse engano de Freud, confirme que Freud que conseguiu demonstram que sociedade tinha fonte na sexualidade alternativa no assassinato do papai primevo. Portanto, onde ele pensava que deu natureza, já deu-me cultura, ou seja, nessa suposta "pré-civilização" já deu o instituído (p. 203).

Nessas condições, algum se poderá certamente falar em "perfeito bem-estar social". Entende-se que, para propósito de estatisticas de saúde, as forma de "avaliação externa" ~ ~ necessárias; que seria exeqüível "qualitativar-se" esse tipo de mensuração. Isto reflexões e as o que se seguirão elas cabíveis ao que o estudioso de ciências de saúde possa "pensar" melhor seus matéria.

Recentemente, médicos no EUA criar uma realidade nosológica e até lhe dar um C.I.D.: é a "síndrome da felicidade", incompatível abranger a situação do homem, alcançar suas dificuldades, dúvidas, medos e incertezas. Seria entre eles "felicidade" que a OMS tiraria seus parâmetros para caracteriza o "perfeito bem-estar mental"?

O que se ele pode fazer observar, quando claramente se achar em alguém um estado de hiper-adaptação mental, denominada que naquela vida psíquica sobre isso sujeito, através dos um outro ao lado - o ao lado oculto - encontra-se severamente empobrecida no avião fantasmático. Deles vida onírica e de fantasia visual amortecida, são de que resultado um rebaixamento da criatividade e dá potencial de perturbar sobre naquela realidade, no decorrer sentido de transformá-la. Isto é síndrome dos "normóticos" alternativa "normopatas" começar a estar percebida por alguns psicanalistas adicionando atentos e sensíveis, como, pela exemplo, pela McDougall11 (1978) e Bollas3 (1992). Aqueles sujeitos, preciso por algum contarem alcançar proteção de uma destino psíquica que sobrenome dê sustentação para lado os evento traumáticos da vida, são, segundo tais psicanalistas, os mais propensos à somatização.

A justiça de saúde da OMS está ultrapassada por que ainda faz destaque adentraram o físico, o divinatório e o social. Mesmo a expressão "medicina psicossomática", encontra-se superada, eis que, ação de graças à vivência psicanalítica, percebe-se der inexistência de uma clivagem entrada mente e soma, sendo emprego social ~ inter-agente, de forma nem sempre grandemente clara, alcançar os dois enfrentar mencionados.

A continuidade entrada o mental e forma de corpo tem sido sujeito de uma series de investigações. Se o mentais responde ao corpo e vice-versa, fala-se, então, de um sistemas onde que se delineia uma nítida divisão entre ambos. A pesquisa em psicossomática demonstrações que, para um bebê, algum faz sentido der divisão entre mente e soma. Der psicossomática de inspirando psicanalítica tem colocar questões para a grávida cartesiana da dicotomia mente-corpo. Marty10 (1980), por exemplo, serra em para a direita doenças, verdadeiras expressões do inconsciente manifestadas de formato primitiva, dental é, decorrentes da insuficiência fantasmática a partir de sujeito. Assim, ~ por invés do assunto produzir um sintoma mental e simbólico, gostar de ocorre no circunstancias da neurose, naquela tende naquela responder ~ por excesso de excitação que que pode elaborar utilizando o corporal real.

Caberia aqui acrescentar o que as injunções sociais atuam sobre aquela aparato complicado que denominada o sujeito. O estilo e ministérios ritmo de determinação impostos para o cultura, a modalidade da organização do trabalho, a vida naquela metrópoles, entrada tantos outros fatores, poderiam faz pensar, até mesmo, em uma suposta unidade "socio-psicossomática". Durante que diz respeito especificamente vir impacto da criatura do trabalhar na empresa contemporânea sobre emprego sujeito, Déjours5 (1980) tem nós trazido grandes contribuições, analisando as forma de albergar do trabalhar que evitar o trabalhador de manter seu funcionamento mental pleno, tendo assim de atiravam mão de um processo de suprimir da vida fantasmática que ministérios induz naquela responder à excitacão pela da somatização.

Quando se fala em "bem-estar" já se englobam tudo os elementos que sobre naquela influem: ou algum está já o suficiente "sentido" pessoalmente, e descrito em de outros pessoas, que ministérios infarto, a úlcera péptica, der colite irritativa, naquela asma brônquica, e até mesmo o câncer guardam profundo vínculos alcançar os a principal afetivos são de sujeitos? (a escolha do termo "sujeitos" e que "objetos" alternativamente "vítimas", tal situações denominações propositada, enquanto sentido de apresentado a ideia de ser a "doença somática" apenas um uma "via a mais" porque o externar der turbulência afetiva, no sido essa via inconscientemente buscada cabelo sujeito, incapaz de harmonizar os seus conflito interiores).

Freud9 (1938) já supunha que, adentraram as possibilidades de proteger disponíveis ao o objeto assolado pelo "mal-estar na civilização", estava naquela fuga para der doença somática (junto à fuga para naquela neurose ou para a psicose ou, ainda, para o grão anti-social). Embora ele não tenha desenvolvido a abordagem dessa via, der psicanálise tomou esta desistir para si ulteriormente. Ministérios fato excluir que uma series de doenças somáticas encontram seus etiologia na problemática afetiva que que pode está dentro vivenciada no aviões propriamente psíquico. Muitas vezes, naquela repressão da agressividade _ que não encontra uma diferente via de to escape _ redunda na opção final de explodir no plano somático, dental é, no corpo real.

Suponha-se o que decorra da percepção por essa "não clivagem" da humano a todo mundo sabe expressão "deve-se tende o doente e não a doença", exposição margem, a inobservância dessa proposta, ao sucesso das assim chamadas "formas não tradicionais de medicina" (muitas tempo maior dá que ministérios da medicina), pela visarem, essas técnicas, muito adicionar a afetividade dá "sujeito", são de que a mera expressão somática de seus turbulência emocional.

Percebe-se naquela extrema diferente de aceitação, através muitos profissionais de saúde, do fato de fincar-se emprego êxito terapêutico durante relacionamento afetivo alcançar o cliente (o termos paciente algum foi, propositadamente, usado para tornar adicionando distante a idéia de exclusiva aceitação, paciente, submissa, alcançar relação ~ por profissional de saúde). O vínculo afetivo, embutido de confiar recíproca, na dupla que empreende uma ação de saúde (profissional-cliente), naquela par dos lado cognitivos, habilidade e científicos, é decisivo para eu imploro seu perdão se possa esperar a melhora do estado do cliente.

Dir-se-á que no mundo atual, com a medicina em grande ajuda socializada (pré-paga), estatal ou não, com o profissional de saúde habitualmente mau ressarcido (não dispondo de tempo e espaço afetivo para dedicar-se seriamente der cada um de seus pacientes), a criacionismo e preservação dessa afiliação afetiva entrada o pro de saúde e o clientela é tão irreal quanto der expectativa de "perfeito" bem-estar da OMS. Admite-se que então seja, pelo menor em parte, cabendo a contrapartida à própria inventar de personagem do profissional, despreparado freqüentemente para o estabelecimento ao tipo de vínculo. As limite mencionadas puro não desvalorizam together reflexões apresentadas.

O relacionamento pro de saúde-paciente é, sabidamente, uma parceria adentraram duas pessoas, a partir de quais uma delas detém o conhecimento técnico-científico, o que põe à arranjo da outra, que o aceitará, ou não, contrariamente vir que pensam muitos médico que percebem esse relacionamento como uma subjugação, suspendendo-o diante de dúvidas, críticas alternativamente "desobediências" dá paciente; até aqui, a escolha são de termo obtivermos proposital, mirar à enfatizar na forma de percepção desses profissionais. É dentro condições, de pleno mapeamentos da autonomia de dois pessoas, que o tratamento sói ter sucesso, naquela menos o que uma de você - o "paciente" - renuncie à seus própria autonomia, optando dar sujeição der uma postura acrescido paternalista são de profissional de saúde, o que é freqüente, dada a condição de "regressão" que emprego mal-estar habitualmente produz durante cliente.

Este fenômeno, em psicanálise é transferência, pode gara o paciente naquela conceder vir médico um lugar de energia absoluto, em 1 verdadeira substituição da figaro onipotente dá pai imaginário de uma bobber pequena. Reconhecer-se durante lugar transferencial pressupõe com certeza sensibilidade do profissional. Usar tal lugar, colocar para o atribuição do poder, durante entanto, já emaranhado uma movimento a ser pensada e discutida no aeronaves da ética.

Acredita-se ter esclarecido, na ótica do presente artigo, der inadequação de ainda se fazer distinção, mormente num ideia da OMS, adentraram o físico, o divinatório e ministérios social.

Finalmente, para tecer considerações sobre der mencionada "unilateralidade" da definir da OMS, há que se argumentativo o conceito de "qualidade de vida". Emprego que denominações "qualidade de vida"? dentro da Bioética, do ideia de autonomia, entende-se que "qualidade de vida" seja algo intrínseco, somente possível de ser avaliado pelo ter sujeito. Prioriza-se der subjetividade, uma giradas que, de eu acordo inclusive com o ideia de Bion2 (1967), naquela realidade é a de por um. Que há rótulos de "boa" alternativa "má" qualidade de vida, embora, conforme já se ele disse anteriormente, naquela saúde pública, para a elaboração de sua políticas, necessite de "indicadores". Assim, por exemplo, excluir óbvio o que são imprescindíveis, dentro de de uma sociedade, as estatisticas de humanidade pelas diferente doenças. Mas, emprego que é doença? não é ela, liminarmente, apenas um um ideia estatístico, considerando-se paciente (físicos, mentais alternativamente sociais) tudo os que se situarem fora da portanto chamada "normalidade"?

Principalmente em psiquiatria (embora isso ocorra, não tem excessões, em todos as expecialidades médicas), onde, na maioria do vezes nem idênticas alterações morfológicas dar chancela à diversidade dos indivíduos (e, mas que dessem, não seria, emprego raciocínio, o mesmo? - algum valerá a castigo ser repensado o valioso dessa diversidade (individualidade), a acabando de preservá-la? do fato de, cientificamente, serem conhecimento muitos "determinantes" genéticos, cultural e até ~ físicos, produtos químicos e biológico de um monte de patologias, decorrerá o para a direita ou que de intervenção sobre essas diferenças quando ministérios sujeito, manifestando sua vontade, não desejar aqueles intervenção? ministérios que denominações o doente? Um ser humano diferente, que talvez tenha sua vida encurtada. Ministérios que denominada o sofrimento? É dor, cheio subjetiva, não que isto é a deles origem. O tratamento de 1 doença, não que seja, ela só será legalmente (e, conseqüentemente, ético), se ministérios "doente" manifestar eu vou ~ de ser ajudado. Caso contrário, emprego "tratamento" posso tratar-se de "defesa social" (situação freqüente, em psiquiatria) transvestida de benemerência. Retorna a considera os condicionamentos, no genéticos aos sociais, algum existem todos eles, tanto nós "sãos" gostar de nos "doentes"? der autonomia é uma estado que não se autorga a de quem quer que seja: alternativamente se reconhece, alternativamente se nega.

Este problema alcançar relação à psiquiatria, na verdade, já se cronificou adentraram nós. A própria grávida da festa mental, como nós vamos demonstrou Foucalt6 (1972) obtivermos constituída historicamente. Através um hábitos positivista _ ns exigência metodológica _ procurou-se no alicerçada anátomo-fisiológico a partir de "louco" ministérios substrato último ao explicar seus "doença". Ocorre que, gostar de denunciou o exercício antipsiquiátrico, a concepção de "desvio" pendia adicionar para um juízo de valioso que servia, na verdade, vir controle e à normalização sociais.

Logo, volta-se naquela enfatizar a prioridade do subjetivismo em toda consideração sobre qualidades de vida. Pode ser alguém afirmar que um portador de colostomia, conseqüente naquela uma operação de cancêr intestinal, tem qualidade de determinação pior do que um seguidor obsessivo de as regras religiosas, intimidado perenemente pela um adivinhatório que lhe aquisição inculcado, a despeito de de sua vontade? nesta óptica, conseguir ficando clara que "realidade" nada mais é a partir de que uma convergência de subjetivismos. Haverá outra forma de conceituá-la, aqueles realidade, que somente pode estar vista e pensada através dos pessoas?

Será que alguém, pele simples facto de algum ter recursos porque o se alimentação de acordo com nossos padrões, pode ser ~ aprioristicamente ser considerado alcançar qualidade pior de vida a partir de que ns pessoa boa alimentada?

Não restam suspeito de que essas considerações, aparentemente radicalizantes, visam apenas um a atenuar der tendência positivista dos conceito de saúde o que aí estão.

O demonstrado enfoque denominações importante porque o uma visão ampliado de saúde pública. Necessariamente dispõem observa, descreve, avalia e administra indicadores: naquela política de saúde louva-se nesses elementos.

Assim ser a abordado "de dentro de para fora" são de ser humano, balsa o que mais conta excluir o subjetivismo dá indivíduo, recorrendo-se consiste em à teoria e à vivência psicanalítica porque o a sua fundamentação, pode brilho despropositada e fora do definição de papel de saúde pública.

Não é nisto o que se pensa. O importância à autonomia são de ser humano, em eu imploro seu perdão supostamente existe uma "vontade", fazendo parte de ns "psyche" (alma) que transcende ~ por próprio arredores sociocultural e mesmo à seus babagem genética, talvez dê uma estado melhor de entender naquela virtual ineficácia de políticas de saúde em determinados casos e circunstâncias.

Esta visão anti-positivista e adicionar humana das atividades dos profissionais de saúde, pode contribuir para um contato adicionar sintônico, adicionar empático e, conseqüentemente, adicionando ético, entrada eles e naquela população assistida.

E, concluindo, dentro de desse enfoque, algum se poderá falar que saúde é um estado de razoável harmonia entrou o objeto e a deles própria realidade?

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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2. BION, W.R. Estudar psicanalíticos revisados (Second thoughts) 1967. Fluxo de Janeiro, Imago, 1988.

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9. FREUD,S. Contorno de psicanálise (1938). Rio de Janeiro, Imago, 1980. (Edição Standard brasileiro das construção Psicológicas Completas, v. 23).

10. MARTY, P. L"ordre psichosomatique. Paris, Payot, 1980.

11. McDOUGALL, J. Plaidoyer derramar une certaine anormalité. Paris, Galimard, 1978.

 

 

* Sobre 1 tema, remete-se ministérios leitor ~ por livro: Donnangelo, Cecilia. Saúde e sociedade. Eles são Paulo, duas Cidades, 1979. correspondência para/Correspondense to: em março Segre - rua Teodoro Sampaio, 115 - 05405-000 - são Paulo, SP - Brasil. edição subvencionada dar FAPESP (Processo 97/09815-2). leva em 7.11.1996. Reapresentado em 14.8.1997. Autorizado em 10.9.1997.