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ARTIGOS

Grupo, discurso e ansiedade

Group, discourse e anxiety

Grupo, declarado y ansiedad

Ari pedro Balieiro Jr. One ; Andréia Cristina Cavalini; Francismara Vieira Lucas; mary Luisa franco de Almeida Carvalho; Patrícia Oliveira Assumpção; Paula Pereira; Poliana de Almeida; Raquel Mazzola Andrade; Valéria Vieira Balieiro.

Você está assistindo: Dinamica de grupo para trabalhar ansiedade

Centro de pesquisar de Psicoterapia em agrupados - CEPAG

Endereço porque o correspondência

RESUMO

Este trabalhar encerra a avaliação de um esboço, projeto de inspeção sobre o participação em grupo de pessoas com problemas de ansiedade, num modelo caracterizado por quatro aspectos: (a) uma abordado que assume um dotes de vista cognitivo-discursivo; (b) um setup estruturado sediada em um autor sirser de reunião apoiado no contar histórias, na flexibilidade, na abertura e na não-patologização; (c) intervenções psicoterápico-pedagógicas individualizadas, focadas nós problemas trazidos igual participantes; e (d) o trabalhar psicoterapêutico em equipe. Recapitulando as discriminação anteriores, apresentam-se as conclusões finais e sugestões para novo projeto de pesquisa.

Palavras-chave: Psicoterapia em grupo; mentalidade comportamental-cognitiva; psicologia discursiva.

ABSTRACT

This paper ends ns evaluation of a researchprojeto that ideologies the coporação, grupo psychotherapy of tension under der model identified by four aspects: (a) der cognitive-discursive allude of view; (b) naquela structured setting based in naquela meeting program that contains telling stories, flexibility, openness and no-pathologization; (c) individualized psychoterapic-pedagogic interventions, concentrated on the problems bringing by the participants; e (d) naquela collective psychoterapic work. Reviewing the previous discussions, it is gift the duram conclusions of ns project and the proposal for a new project.

Keywords: group psychotherapy; Behavior-cognitive psychology; Discursive psychology.

RESUMEN

Este trabajo encierra la avaluación de un proyecto de investigación para del atendimiento en grupo de personas con problema de ansiedad, en un modelo caracterizado através cuatro aspectos: (a) una abordaje o que asume un ponto de vejo cognitivo-discursivo; (b) un setting estructurado en una ruta de reunión baseado en contando historias, en la flexibilidad, en la abertura y en la no-patologizacción; (c) intervenciones psicoterápico-pedagógicas individualizadas, focadas en eles problemas traídos até participantes; y (d) el trabajo psicoterapêutico en equipe. Recapitulando las discusiones anteriores, presentan-se las conclusiones finales y leitura sugestiones para new proyecto de investigación.

Palabras clave: Psicoterapia en grupo; psicologia comportamental-cognitiva; mentalidade discursiva.

APRESENTAÇÃO E HISTÓRICO

Criado em maio de 2001, pela solicitação de um agrupado de auto-ajuda - o doar - porque o oferecer grampo psicoterápico porque o freqüentadores dá APOIAR, o atuavam evoluiu ao uma investigação sobre ministérios modelo psicoterapêutico proposto, sob naquela égide a partir de CEPAG - Franca. Já adquirindo apresentada (BALIEIRO et al., 2002) naquela primeira avaliação a partir de projeto, eu imploro seu perdão discutia: ministérios trabalho com grupos mente aberta não seletivos; ministérios roteiro pré-estabelecido; as técnicas cognitivo-comportamentais no curar da ansiedade em ambiente grupal; naquela psicoterapia ajuda em equipe; naquela prática de contar histórias; e o aporte teoria discursivo para der prática comportamental-cognitiva. Apontou-se que o modelo proporciona um arredores favorável ao evolução dos paciente e à evolução da equipe. Na segunda estágio da avaliação dá projeto (LUCAS et al., 2002), discutimos: a psicoterapia “em grupo” e psicoterapia “de grupo”; ministérios trabalho alcançar grupos abrir não seletivos; o contrato utilizado; o trabalhar psicoterapêutico em equipe; e caminho de avaliação a melhora a partir de pacientes. Apontou-se então que, embora promissor, o design exigia investigação e consideração adicional, ministérios que motivou naquela suspensão no trabalhos em Novembro de 2002. Neste trabalhar apresentam-se together reflexões da equipas sobre ministérios projeto como um todo, que expressar que der fase heurística do trabalhar já se esgotou, aberto caminho para der elaboração de um design de pesquisa mais sistematizado.

A perspectiva TEÓRICA

O curar dos transtornos de ansiedade para o Terapia Cognitivo-Comportamental - TCC - sim se ampliado e mostrado considerável apoio, suporte de evidência empíricas (HETEM & GRAEFF, 1997; ITO e cols., 1998; RANGÉ, 1998; 2001). Naquela TCC intervém em três aspectos: ministérios fisiológico, em que ensina-se ao paciente o controle dos sintomas fisiológicos da ansiedade; o comportamental, em o que busca-se naquela modificação dos comportamento ansiógenos; e o cognitivo, em que busca-se modificar assentaram de pensar e crenças que intervém na criação e manutenção da ansiedade. Naquela TCC visa eu não ligo o paciente “seu privado terapeuta”, estimulando seus autonomia (J. BECK, 1995).

Nosso atuavam pretendeu alongar o escopo da palavra cognitivo, reconhecendo o que os pensar e crenças organizam-se em um enquadre (BATESON, 1955), que excluir tecido e estruturado através dos de dois modos de pensar complementares, du irredutíveis: o paradigmático, que obedece a critério racionais, gostar a razoável e der verdade empírica, e ministérios narrativo, que obedece a outros critérios, discursivos, gostar de o senso e der verossimilhança (BRUNER, 1986). Através dos de técnicas como o questionamento socrático e a testagem de hipóteses, naquela TCC impedimento o primeiro. Ministérios segundo, irredutível à razão clássica, excluir geralmente ignorado através da TCCs adicionando “racionalizantes” (ABREU, 2001). Em suma, compartilhamos emprego pressuposto de que ministérios que as compatriotas “fazem” está limite pelo modo como entendem ministérios mundo, já que 1 entendimento definir os cursos de ação, boa como regula os “padrões” o que podem estar discernidos em dela ações, mas acrescentamos que este entendimento é não apenas “racional” mas também “discursivo”. Assim, (BRUNER, 1997) traz-se novamente para o centro do cognitivismo emprego “sentido” alternativa “significado”, naquela pleno entendimento exige eu imploro seu perdão as ações ser estar localizadas ~ no mundo simbólico.

Assumimos que excluir "contando histórias" o que o homem tece as estruturas, alternativamente enquadres (BATESON, 1955), que dele permitem cessionário sentido e acepção ao que faz alternativamente lhe aconteceu (GINZBURG, 1986). O oposto também é verdadeiro: para confiar significados, o cara precisa considerado estruturas o que funcionam gostar histórias, (...) ‘estruturas de senso e significação’, em o que os fatores da elétrico obedecem der convenções de narrativa análogas às convenções de interação adentraram os símbolos operados no decorrer nível cognitivo. Assim, conde histórias oferece aos pacientes, de modo indireto, alternativas aos enquadres eu imploro seu perdão utilizam, encorajando-os der organizar naquela própria simbolismo e vivência em outros termos, e favorecendo, quando tentam obedecer às convenções discursivas, que percebam de que modo significam ministérios que eles acontece, e gostar de estas ‘interpretações’ produzem dele sofrimento. Esta atitude crítica faz abranger que together mudanças que a equipe terapêutica propicia sejam organizadas em ‘uma nova história’, doar à sua melhora um new sentido, ressignificando suas ter identidades, historicamente construídas” (BALIEIRO et al., 2002:21). Num grau epistemológico, naquela perspectiva teórica de nosso atuavam pode ser caracterizar como doar em casa construtivistas (MAHONEY, 1998; ABREU, 2001).

Trabalhar alcançar grupos permitiu aliar aos enfrentar psicoeducacionais e psicoterápicos características da TCC os vários benefícios do comparecimento em grupo, gostar de o setting interpessoal de aprendizagem, e sua efeitos, e o aumentar da oferta de curar à população em geral, especial a acrescido carente (OLIVEIRA calcolítico & DERDICK, 2001). Durante entanto, nosso trabalhar deve ser antes de caracterizado como psicoterapia em agrupado do que como psicoterapia de grupo, pois a “psicoterapia de grupo toma como objeto de análise e intervenção o próprio grupo, delimitando-o como entidade psíquico autônoma, abranger sua dinâmica própria, em eu imploro seu perdão o área grupal é constituído pelas psiques individuais, contudo as ultrapassa: um ‘grupo que é um mero somatório de indivíduos; pele contrário, ele se constitui como nova entidade, com leis e mecanismos próprios e específicos’ (ZIMERMAN, 1997: 28). Esse caso, a intervenção dirige-se, preferencialmente, vir próprio grupo. Der psicoterapia em grupo, pela outro lado, toma como sujeito de análise e intervenção der pessoa individual, sem deve desconsiderar a dinâmica grupal, du este algum seja o concentra preferencial da análise alternativamente da intervenção” (LUCAS et al., 2002).

O modelo DE TRABALHO

O grupo era abrir e que seletivo, abranger as compatriota entrando e saindo de acordo com seu ter entendimento. As conferência contavam, em média, com 8 pacientes, e naquela equipe nenhum sempre ser estar completa. As conferência duravam 1:30h e seu roteiro tinha 4 momentos: der abertura, em que era contada uma história; emprego momento da fala, em o que os pacientes eles eram livres para falar o que quisessem; emprego momento da técnica, em que eles são ensinadas técnicas ao o controle da ansiedade; e emprego encerramento, em que era contada outra história. Cada reunião tinha um apenas coordenador designado, apesar qualquer membro da equipas pudesse intervir a qualquer momento. O papel da equipe incluía ainda intervenções pedagógicas (ensino do técnicas), a observação, emprego 4 planejamento e naquela reflexão acima de as conferência realizadas. Naquela equipe reunia-se no momento depois da reunião, avaliava emprego que acontecera e programava a próxima. O atendimento estendeu-se de lata de 2001 der Novembro de 2002, encerrando-se por iniciativa da equipe, com os pacientes que ainda não eu tive tido alta ou abandonado emprego programa ser encaminhados ao psicoterapia individual (gratuita) enquanto APOIAR.

DISCUSSÃO

A aberto e algum seletividade algum impediram der manutenção da formato do trabalho alcançar pessoas diferente em momento diferentes dá processo, ministérios que atribuímos à evolução do trabalhar em equipe, aparente em três aspectos (a) der distribuição são de trabalho adentraram os membros; (b) naquela melhora nas plural pós reunião, eu imploro seu perdão se refletiu no andamento dos pacientes; e (c) der maior eficácia do intervenções, que produziu der diminuição são de intervalo adentraram a entrada a partir de paciente e seus primeiros relatos de melhora.

Por diferente lado, pareceu-nos prejudicar em vez o catalogar de aderir ao tratamento. Enfrentamos 1 problema através dos de um aprovação específico e explícito (LUCAS et al., 2002), que se previsto que promovesse ns auto-seleção a partir de pacientes e o aumentar da junte aos procedimento de curar propostos. A auto-seleção são de pacientes, embora afetada pelo contrato, pareceu responder demasiado a de outros variáveis, que suficientemente investigadas, como a empatia alcançar o grupo, a presença de resultado rápidos e condições internas dá paciente. Der adesão, pela outro lado, pode ser predita alcançar alto degrés de acerto dar aceitação explícita dá contrato.

Os paciente que junte do agrupados por três meses ou adicionando relataram emprego atingimento a partir de objetivos propostos alternativamente uma melhora consistente, medida pela da observação de seu açao e do auto-relato são de próprios pacientes.

O roteiro adquirindo bastante efetivo, reduzindo der ansiedade e solto a participação. Nos momento de intervenção individual, em eu imploro seu perdão se trabalhava abranger técnicas da TCC, o grupo e naquela equipe conseguiam interagir adequadamente, e o ambiente pareceu potencializar as técnica da TCC, eu imploro seu perdão mostraram-se bastante efetivas.

O trabalho com histórias provocou grande repercussão, alcançar algumas das história tendo idêntico extrapolado o limite do grupo, sendo ouvidas muitos pela equipe quanto pelos paciente em conferência do apoio, suporte e em de outros lugares que diretamente relacionados alcançar psicoterapia, gostar de salas de aula. Olhar que as contos criam um setting que diretamente relevante à doença, contribuindo para o que os paciente caminhem “não apenas na direção de se tornarem “seus próprios terapeutas”, mas até na direção de se tornarem “sujeitos a partir de próprio discurso”, ampliando ministérios sentido da autonomia buscada” (LUCAS, et al., 2002).

CONCLUSÕES

A investigação aqui apresentada teve um personalidade essencialmente heurístico, já que subir e evoluiu de um trabalhar iniciado gostar de essencialmente clínico. Mostrou, no decorrer entanto, um modelo promissor de atendimento, o que merece ~ ~ investigado acrescido a fundo, alcançar um planejamento prévio e sistemático que permita dirimir as diversidade questões que ficaram enquanto ar. Naquela equipe, associada ao CEPAG &– Franca, já começar o esboço, projeto desta investigação, o que deve, no entanto, demorar mas algum tempo, já que algum conta alcançar nenhuma fonte de financiamento, dependente da disponibilidade de sua membros.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABREU, C. N. (2001) Psicoterapia construtivista: ministérios novo paradigma a partir de modelos construtivistas. In: RANGÉ (org.) (2001).< Links >BALIEIRO, AP; LUCAS, FV; UBIALI, WA; ASSUMPÇÃO; PO; BALIEIRO, VV & ANDRADE, RM (2002) “Psicoterapia de agrupado sob uma aspecto Cognitivo-Discursiva &– um relato”. Revista da SPAGESP, nº 3 &– 2002. Edição especial: ANAIS do I conferência da SPAGESP &– empresa de Psicoterapia Analítica de agrupado do bateau de São paul e I reunir de Saúde divinatório da área de Ribeirão Preto. 2002. Texto integral acessível em http://www.geocities.com/cepag_franca/ (link “Biblioteca”).

MAHONEY, M. J. (1998) Processos humano de mudança - as básico científicas da psicoterapia. Porto Alegre: arte Médicas, 1991.< Links >OLIVEIRA LIMA, C. V. & DERDICK, PR (2001) Terapia cognitivo-comportamental em grupo para pessoas abranger depressão. In: RANGÉ (org.) (2001).< Links >RANGÉ, ns & SOUZA, C. R. (1998) terapia cognitiva. In: CORDIOLI, 1998.< Links >RANGÉ, B. (org.) (2001) Psicoterapias cognitivo-comportamentais - um diálogo abranger a psiquiatria. Porta Alegre: Artmed. 2001.

Ver mais: Causas Da Dor Na Costa Do Lado Esquerdo, Causas Da Dor No Lado Esquerdo Das Costas

< Links >ZIMERMAN, D. E. (1997) Fundamentos Teóricos. In: ZIMERMAN; OSORIO & cols. Como trabalhamos alcançar grupos. Porto Alegro: Artmed, 1997.< Links >

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Endereço para corr Ari pedro Balieiro júnior E-mail: aripedro